Tag: escola

  • Isolado no trabalho, surdo cria escola para ensinar língua de sinais

    Isolado no trabalho, surdo cria escola para ensinar língua de sinais

                                                                                                                    

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  • Catador de lixo salva 3.000 livros descartados por diretor de escola em SC

    Catador de lixo salva 3.000 livros descartados por diretor de escola em SC

    Livros descartados por diretor de escola em SC


    Um catador de material reciclável salvou do lixo cerca de três mil livros didáticos que foram jogados fora pelo diretor de uma escola em Santa Catarina. O MEC Ministério da Educação (MEC) investiga o caso.

    Há duas semanas, José Vanderlinde, diretor da Escola de Educação Básica Nereu Ramos, em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, ofereceu um material ao reciclador Antônio Osni Monn. A condição para levar os sacos de lixo cheios era que o carregamento fosse feito à noite, retirado da biblioteca da instituição.

    “Eu peguei os livros e suspeitei, porque ele mandou ‘enlonar’, não podia ninguém ver. Se eu vou carregar uma coisa que ninguém pode ver, é porque é uma coisa ilícita”, disse o catador em entrevista à “RBS TV.

    Antônio levou os sacos para seu galpão e, ao abri-los, se deparou com muitos dos livros didáticos ainda dentro de suas embalagens com o selo do MEC. Parte do material foi distribuído no início deste ano letivo e sequer foram usados pelos alunos. 

    Antônio Osni Monn ao lado de livros
    Antônio Osni Monn, que salvou do lixo cerca de 3 mil livros didáticos


    O diretor alega que nenhum aluno da escola ficou sem material e diz que apenas os livros que sobraram foram descartados. Mas a Gerência Regional de Educação na Grande Florianópolis afirmou que o diretor não poderia descartar os livros por se tratarem de patrimônio público, que devem ser usados por pelo menos três anos. Depois disso, podem ser doados para instituições ou vendidos a sebos, sempre com o aval da Secretaria de Educação.

    “É dinheiro meu, é do povo. É dinheiro que nós pagamos, não é que o governo deu. É dinheiro nosso”, diz o reciclador, que ganharia cerca de R$ 1.000,00 com o material.

    O diretor pediu afastamento do cargo, mas ele e dois assessores continuam no quadro de professores da unidade escolar. O processo administrativo ainda não está encerrado.

    Vale a pena conferir o vídeo da reportagem da RBS TV no link abaixo: 

    Fonte: RBS TV/G1
    http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2014/08/diretor-de-escola-de-sc-doa-3-mil-livros-novos-para-catador-de-lixo.html

  • Escola premiada no Amazonas não tem rede de água nem de esgoto

    Escola premiada no Amazonas não tem rede de água nem de esgoto

                                                                                                                                               Divulgação
    Professores da escola rural Vital de Andrade
    Professores da escola rural Vital de Andrade


    Apesar de ter recebido um prêmio de R$ 150 mil reais em 2012 por ter atingido as metas educacionais do Amazonas, a escola rural Vital de Andrade Brandão não possui rede pública de água nem de esgoto. Essa é a situação de 31,8% das escolas brasileiras, segundo dados do Censo Escolar 2012.

    De acordo com a diretora da instituição, professora Verônica de Souza Cruz, a quantia faz parte do “Escola de Valor”, premiação do Sadeam (Sistema de Avaliação do Desempenho Educacional do Amazonas), ação do governo que avalia turmas dos ensinos fundamental e médio.

    A docente acredita que o bom desempenho da escola teve como fator decisivo o professor, que “detecta as dificuldades de aprendizagem e reorienta o processo de ensino-aprendizagem, resultando em práticas bem sucedidas em sala de aula”. Apesar de ter dez salas de aulas, cozinha, biblioteca e sala de informática, a Vital de Andrade não possui telefone fixo nem internet de boa qualidade. 

    Em 2012, o governo do Estado gastou quase R$ 11 milhões na premiação de 219 escolas estaduais da capital e do interior, de acordo com o site do programa. Houve ainda concessão de 14º e 15º salários em 46 instituições.

    Fonte: UOL Educação/Lucas Rodrigues
    http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/29/escola-premiada-no-amazonas-nao-tem-rede-de-agua-nem-de-esgoto.htm

  • Polícia vai investigar escola que pediu para aluno cortar cabelo crespo

    Polícia vai investigar escola que pediu para aluno cortar cabelo crespo

    Lucas Neiva


    A professora da escola Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, pediu que o aluno Lucas Neiva, de 8 anos, cortasse o cabelo crespo. Ele não cortou, e a diretora escreveu um bilhete à mãe dizendo que o tipo de cabelo dele não é usado no colégio pelos alunos.


    Segundo Maria Izabel em entrevista ao programa “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, a diretora disse a ela que o cabelo de Lucas “atrapalha os colegas a enxergar a lousa” e “‘é crespo, cheio e inadequado”. A Polícia Civil abriu inquérito por racismo.

    “Toda vez que a pessoa é impedida ou é tolhida de entrar em algum estabelecimento, inclusive em estabelecimento de ensino, que tenha a conotação que é por causa da cor ou do cabelo, está caracterizado dentro da lei que apura os crimes raciais”, disse o delegado do 3º Distrito Policial, Jorge Vidal Pereira, ao “Bom Dia Brasil”.

    Sem receber aviso sobre a rematrícula do filho, a mãe procurou a secretaria da escola e foi informada que já não havia mais vagas. Em nota à TV Globo, a direção do colégio disse que a mãe perdeu o prazo da rematrícula e que foi orientada a colocar o nome do filho na lista de espera. A escola também respondeu que a professora pediu para o menino cortar o cabelo porque a franja atrapalharia a visão dele. A direção considerou o inquérito policial como “absurdo”. Sugestão de Fernando Timba.


    Sugestão de música: André Amaral.


    Abaixo, o premiado curta-metragem “Bom pra quê?”, que poderia ser exibido na escola Cidade Jardim Cumbica:



    O vídeo “Bom pra quê?” foi criado por estudantes da Escola Municipal Gracy Vianna Lage, de Belo Horizonte, e ganhou menção honrosa na primeira edição do prêmio Curta Histórias, promovido pela Secadi (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão), do Ministério da Educação e foi o segundo colocado na votação pela internet. Sob o tema “Africanidades Brasileiras”, 233 equipes de estudantes e professores de escolas públicas de todo o país participaram da seleção.

    Fonte: Bom Dia Brasil / G1
    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/12/colegio-em-guarulhos-obriga-menino-cortar-o-cabelo-crespo.html

  • Menina de 11 anos diz que foi abusada por sete colegas na presença de professora

    Menina de 11 anos diz que foi abusada por sete colegas na presença de professora

                                                                                                                          Olivia Tesser/Diário SP
    Silhueta de menina


    Uma menina de 11 anos disse ter sido atacada por sete colegas dentro da sala de aula de uma escola da região da Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo, no dia 26.set.2013.

    Segundo reportagem especial do jornal “Diário de S.Paulo”, cinco meninos e duas meninas levantaram a blusa da estudante, tiraram o sutiã e passaram a mão em seu corpo. A menina que a chamou para o fundo da sala até o grupo era sua amiga. A agressão só parou quando um dos meninos tentou colocar a mão dentro da calça da garota, pois ela o empurrou, gritou e conseguiu sair.

    A jovem disse à polícia que havia uma professora na sala no momento do abuso. Após perceber o ocorrido, a docente encaminhou a garota à diretoria da escola e a mãe dela foi chamada.

    As crianças com idades entre 11 e 15 anos estão matriculadas no 5º ano. A violência é investigada pela 4ª Delegacia da Mulher como abuso sexual. 

    Veja a entrevista exclusiva no link abaixo:
    http://www.diariosp.com.br/mobile/noticia/detalhe/58164/Estudante+sofre+abuso+na+frente+da+professora

  • Alunos promovem “clube de luta” dentro de banheiro da escola

    Alunos promovem “clube de luta” dentro de banheiro da escola


    Alunos do 2º ano do ensino médio que estudam no Colégio WR, um dos mais tradicionais de Goiânia, foram filmados participando de um ‘clube de lutas’ dentro do banheiro masculino da escola. Dos 15 envolvidos, seis foram expulsos e 9, suspensos por três diasUm professor de física foi demitido por saber das lutas, mas não avisar a direção. Os estudantes nomearam as brigas como UFB, em alusão ao campeonato de lutas UFC. A letra B significaria “banheiro”, onde o fato acontecia.


    Os combates aconteciam na hora do recreio há mais de um ano e os participantes tinham de obedecer regras como não atingir a cabeça e não deixar hematomas para a prática não ser descoberta.