Blog
-

São Paulo recebe ônibus com wi-fi e ar-condicionado
Vinte novos ônibus superarticulados começaram a circular em São Paulo nesta terça (02.set.2014). Os novos veículos contam com ar-condicionado, câmeras de monitoramento e novos validadores de Bilhete Único, com sistema antifraude. Quatro dos ônibus entregues ainda terão serviço wi-fi, ainda em fase de testes.
Os ônibus entregues circularão pelas linhas 809P Terminal Campo Limpo-Pinheiros e 857P Terminal Campo Limpo-Paraíso, ambas operadas pela Viação Campo Belo, que atua na zona sul da cidade.Os ônibus superarticulados são um meio-termo entre os modelos articulados e biarticulados e, com isso, aliam uma alta capacidade de transporte (174 pessoas), com maior conforto e agilidade, segundo a prefeitura.
Fonte: Viver SP/Terra/Fábio Santos
http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/viver-sp/blog/2014/09/02/sp-recebe-onibus-com-wi-fi-e-ar-condicionado/ -

Catador de lixo salva 3.000 livros descartados por diretor de escola em SC
Um catador de material reciclável salvou do lixo cerca de três mil livros didáticos que foram jogados fora pelo diretor de uma escola em Santa Catarina. O MEC Ministério da Educação (MEC) investiga o caso.
Há duas semanas, José Vanderlinde, diretor da Escola de Educação Básica Nereu Ramos, em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, ofereceu um material ao reciclador Antônio Osni Monn. A condição para levar os sacos de lixo cheios era que o carregamento fosse feito à noite, retirado da biblioteca da instituição.“Eu peguei os livros e suspeitei, porque ele mandou ‘enlonar’, não podia ninguém ver. Se eu vou carregar uma coisa que ninguém pode ver, é porque é uma coisa ilícita”, disse o catador em entrevista à “RBS TV“.
Antônio levou os sacos para seu galpão e, ao abri-los, se deparou com muitos dos livros didáticos ainda dentro de suas embalagens com o selo do MEC. Parte do material foi distribuído no início deste ano letivo e sequer foram usados pelos alunos.
Antônio Osni Monn, que salvou do lixo cerca de 3 mil livros didáticos
O diretor alega que nenhum aluno da escola ficou sem material e diz que apenas os livros que sobraram foram descartados. Mas a Gerência Regional de Educação na Grande Florianópolis afirmou que o diretor não poderia descartar os livros por se tratarem de patrimônio público, que devem ser usados por pelo menos três anos. Depois disso, podem ser doados para instituições ou vendidos a sebos, sempre com o aval da Secretaria de Educação.
“É dinheiro meu, é do povo. É dinheiro que nós pagamos, não é que o governo deu. É dinheiro nosso”, diz o reciclador, que ganharia cerca de R$ 1.000,00 com o material.O diretor pediu afastamento do cargo, mas ele e dois assessores continuam no quadro de professores da unidade escolar. O processo administrativo ainda não está encerrado.
Vale a pena conferir o vídeo da reportagem da RBS TV no link abaixo:Fonte: RBS TV/G1
http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2014/08/diretor-de-escola-de-sc-doa-3-mil-livros-novos-para-catador-de-lixo.html -

‘Sonho realizado’, diz Levy Fidelix sobre monotrilho tucano em São Paulo
Ale Vianna/Brazil Photo Press
O candidato à Presidência da República pelo PRTB, Levy Fidelix, visitou neste domingo (31.ago.2014) o monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô de São Paulo, aberto ao público em caráter experimental. Fidelix destacou que o monotrilho equivale à sua proposta do aerotrem. “É um sonho realizado. Se, no início, fomos ridicularizados, vemos agora que eu não era apenas uma pessoa que sonhava, mas sim que imaginava o futuro antecipadamente”, declarou à “Agência Brasil“.
Segundo o candidato, a diferença entre monotrilho e aerotrem é apenas a nomenclatura adotada. “É a mesma coisa. Monotrilho tem a ver com a palavra inglesa monorail. É importada. Eu sempre conheci por este nome, mas eu abrasileirei a palavra”, explicou. A proposta dele é que todas as grandes cidades utilizem essa tecnologia de transporte. “Eles são rápidos de construir e são muito mais baratos. Basicamente, um terço do metrô convencional. Além disso, tem a facilidade de não precisar desapropriar, porque você coloca no canteiro central das largas avenidas”, declarou.
Fidelix defendeu a construção de um trem de alta velocidade para interligação do Rio de Janeiro e São Paulo. “É uma forma de baratear as passagens. Não vamos ficar dependentes da ponte aérea que hoje é muito cara e torna-se inviável em dias de chuva, de eventos. Qualquer que seja o governo que venha a assumir, deve retomar imediatamente essa proposta”, disse. Em seguida, avaliou que é necessário interligar nos mesmos moldes Belo Horizonte e Curitiba e, na sequência, a capital federal e o Nordeste brasileiro.
Os usuários do Metrô que desejarem conhecer o monotrilho podem fazer o percurso de 2,9 quilômetros entre as estações Oratório e Vila Prudente aos sábados e domingos das 10h às 15h. As viagens ocorrem com intervalos regulares, somente quando há um número mínimo de passageiros interessados em conhecer o sistema.Fonte: Agência Brasil/Camila Maciel e Denise Griesinger
http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-08/levy-fidelix-faz-visita-ao-monotrilho-em-sao-paulo
-

Cristina Kirchner pode tirar capital da Argentina de Buenos Aires
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, sugeriu no dia 26.ago.2014 que vai começar a pensar em uma possível mudança de localização da capital do país.
“É uma ideia. Temos que discuti-la e pensá-la entre todos os argentinos”, afirmou Cristina em um ato na cidade de Santiago del Estero, 1.150 quilômetros ao noroeste de Buenos Aires.
Em 1983, o então presidente da Argentina Raúl Alfonsín (1983-1989), propôs mudar a capital de Buenos Aires à sulina cidade de Viedma, sobre o Atlântico, mas a iniciativa fracassou.
Cristina lembrou que naquela época ela e seu marido e antecessor, o falecido Néstor Kirchner (2003-2007), apoiaram a proposta de Alfonsín porque “há uma necessidade de redesenhar o país estrategicamente”.
“Não significa que é preciso fazer isto (mudar a capital), mas pelo menos começar a pensar nisto”, comentou Cristina.
A governante afirmou que “talvez” a capital poderia estar “mais ao centro do país”, como a própria cidade de Santiago del Estero, capital da província homônima e com uma população de 360.923 pessoas.Fonte: Exame/Efe
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/cristina-levanta-possibilidade-de-tirar-capital-da-argentina-de-buenos-aires -

Nova universidade nos EUA inaugura biblioteca sem livros em papel
A Universidade Politécnica da Flórida, nos Estados Unidos, foi inaugurada na cidade de Lakeland prometendo abordagens inovadoras no ensino e na pesquisa em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Uma dessas inovações é a biblioteca, que foi aberta em agosto com um acervo de 135 mil livros, mas nenhum deles impressos no papel. Todos estão em formato digital.Os 135 mil e-books podem ser acessados pelos estudantes pelo tablet ou notebook pessoais. Além dos títulos já disponíveis, a instituição tem um orçamento de US$ 60 mil (cerca de R$ 140 mil) para comprar livros digitais por meio de softwares, para que os alunos possam lê-los uma vez gratuitamente.Com o segundo clique, a universidade compra o e-book. “Em vez de o bibliotecário colocar livros que eu acharia relevantes na estante, os estudantes é que estão escolhendo”, disse Kathryn Miller, diretoria de bibliotecas da nova instituição, em entrevista à agência de notícias “Reuters“.Já que não têm mais a função de carregar e guardar os livros físicos, os bibliotecários contratados pela universidade têm como principal tarefa orientar os leitores a aprender a gerenciar os materiais digitais.
Confira abaixo um vídeo que mostra o moderno prédio da instituição:
Fonte: G1 – Educação -

Racismo de torcedora do Grêmio choca amigos negros
A torcedora do Grêmio Patrícia Moreira, de 23 anos, trabalhava prestando serviço à Brigada Militar, com amigos negros e branco, até ser flagrada, aos gritos, chamando o goleiro Aranha de ‘macaco’, no duelo com o Santos pela Copa do Brasil. Hoje, sua casa está fechada, a família ‘fugiu’ da capital gaúcha, e os mais próximos se dizem chocados.O perfil de Patrícia desenhado pelos vizinhos e amigos em nada remete a jovem que vociferava contra Aranha. Os gritos de ‘macaco’, ‘macaco’, ‘macaco’, evidentes pelas imagens das câmeras da ESPN, vistas repetidamente no Brasil inteiro, jamais foram direcionados, por exemplo, a seu Pedro, vizinho que mora na casa da frente.
“Ela não é assim. Nunca foi. Conheço desde criança”, disse o senhor de 63 anos em entrevista ao UOL. “Comigo nunca teve nenhuma atitude racista. É minha vizinha da frente. Nos cumprimentamos, conversamos, nunca foi aquela da televisão”, completou.“É muito amiga do meu filho. Se conhecem há anos. Já veio aqui em casa”, disse Miguel Chaves, também negro, vizinho de Patrícia.
Nenhuma voz se levantou lá contra Patrícia. Amigos negros, são muitos. Todos surpresos, tristes, mas ao mesmo tempo buscando mostrar que ela não é aquela da imagem. “Ela foi pelo momento, no embalo dos outros”, finalizou Pedro.
A polícia gaúcha poderá abrir inquérito, que prevê julgamento da jovem. A pena para injúria racial vai de 1 a 3 anos de reclusão.
Xingada na internet, ela foi afastada do emprego como prestadora de serviço ao Centro Médico Odontológico da Brigada Militar. Patrícia deletou todos perfis em redes sociais.
Fonte: UOL/Marinho Saldanha
http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/copa-do-brasil/ultimas-noticias/2014/08/31/racismo-de-torcedora-choca-amigos-negros-familia-foge-de-porto-alegre.htm
-

Mesmo após 15 colegas morrerem de ebola, enfermeira continua trabalho em Serra Leoa
Josephine Finda Sellu, de 42 anos, perdeu 15 de suas enfermeiras para o ebola em rápida sucessão e pensou em deixar o trabalho.
Ela não o fez. Sellu, a vice-chefe de enfermagem, é uma rara sobrevivente que nunca deixou de trabalhar no hospital público de Serra Leoa. O clube dela é seleto, consistindo talvez de três mulheres da equipe original de enfermagem para o ebola que não contraíram o vírus e que assistiram a colegas morrerem, mas que ainda continuam trabalhando. Ao todo, 22 funcionários do hospital morreram.
Na campanha contra o vírus ebola, que está varrendo partes do Oeste da África, a linha de frente é costurada por pessoas como Sellu: médicos e enfermeiros que dão suas vidas para tratar pacientes que provavelmente morrerão; faxineiros que limpam as poças letais de vômito e dejetos, para que os centros de saúde em dificuldades possam permanecer abertos. Motoristas que se aventuram nas aldeias tomadas pela doença para pegar pacientes; funcionários encarregados da tarefa perigosa de impedir que outras pessoas sejam infectadas pelos cadáveres altamente contagiosos.
O sacrifício deles é evidente pelas estatísticas. Pelos menos 129 funcionários de saúde morreram combatendo a doença, segundo a Organização Mundial da Saúde. E apesar de muitos trabalhadores terem fugido, abandonando sistemas de saúde já precários, muitos novos recrutas se apresentaram voluntariamente –com frequência por pouca ou nenhuma remuneração, às vezes abandonando suas casas, comunidades e até mesmo famílias no processo.Fonte: UOL Notícias – Internacional/The New York Times
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2014/08/26/mesmo-apos-15-colegas-morrerem-de-ebola-enfermeira-segue-trabalho-em-serra-leoa.htm














