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Pesquisadores brasileiros sugerem método para criar ‘capa de invisibilidade’
Pesquisa feita por um grupo de brasileiros sugere um método para obter uma “capa de invisibilidade”.
Eles sugerem que é possível criar uma capa de invisibilidade por meio do cancelamento de ondas de luz. A partir de um campo magnético externo, regula-se qual frequência de luz deve ser cancelada, tornando o objeto virtualmente indetectável.
Editoria de Arte/Folhapress
O trabalho publicado na revista científica “Physical Review Letters” foi produzido por Wilton Kort-Kamp, Felipe Rosa, Felipe Pinheiro e Carlos Farina, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Sendo um grupo teórico, eles não pretendem realizar a demonstração experimental.Fonte: Folha de S.Paulo/Salvador Nogueira -

Cientistas australianos pedem desculpas a criança que queria um dragão
Divulgação/CSIRO
A agência nacional australiana para a ciência pediu desculpas a uma criança por não poder realizar o seu sonho, de criar um pequeno dragão, culpando a falta de pesquisas no campo das criaturas míticas.
Sophie, de 7 anos, escreveu uma carta a “um gentil cientista”, endereçada à Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Commonwealth (CSIRO), pedindo a criação de um pequeno dragão.
“Eu vou chamá-lo de Toothless (sem dentes) se for menina, e Stuart se for menino”, escreveu em sua carta, prometendo alimentá-lo com peixes crus e brincar com ele quando voltasse da escola.
A instituição publicou uma carta de desculpas em seu site na internet. “Ao longo desses 87 anos passados, não fomos capazes de criar um dragão ou ovos de dragão”, admitiu.
Os cientistas da agência observaram libélulas (“dragonflies” em inglês) e mediram a temperatura do corpo do lagarto Ctenophorus fordi (“mallee dragon” em inglês), “mas nossos trabalhos nunca nos levaram à variedade dos dragões míticos, aqueles que cospem fogo. E, para isso, pedimos desculpas à Austrália”.
Mas a CSIRO anunciou nesta sexta-feira (10.jan.2014) ter criado um pequeno dragão, em titânio, azul elétrico e cinza, por meio da impressão 3D. Ele já está a caminho de Brisbane, onde mora Sophie.
“Nós não poderíamos nos sentar e não fazer nada. Afinal, prometemos à Sophie analisar a questão”, explicou a agência em seu site.
A mãe da criança, Melissah Lester, declarou ao canal de televisão australiano ABC que sua filha insistiu em ganhar um dragão no Natal. Seu pai, Stuart, sugeriu então que ela procurasse a ajuda de cientistas.
“Esperávamos que, escrevendo para o CSIRO, eles respondessem dizendo que era absolutamente impossível. Mas foi uma surpresa”, acrescentou.Fonte: AFP/Folha de S.Paulo
http://f5.folha.uol.com.br/humanos/2014/01/1395809-cientistas-australianos-pedem-desculpas-a-crianca-que-queria-um-dragao.shtml -

Cientistas chineses desenvolvem tecnologia 3D que dispensa óculos
Reprodução/China.org.cn
Cientistas chineses da Universidade Jiao Tong, em Xangai, desenvolveram um tablet que permite ver imagens em três dimensões (3D) sem a necessidade de óculos.
A equipe de Fang Yong, do Instituto de Pesquisa Wuxi de Jiao Tong e responsável pelo projeto, patenteou a tecnologia para aplicá-la também em televisões e computadores.
Espera-se que os primeiros tablets possam ser lançados no mercado ainda este ano, enquanto os televisores estarão à venda até 2015.Fonte: Folha de S.Paulo / EFE
http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/10/1360936-cientistas-chineses-criam-tablet-3d-que-nao-precisa-de-oculos.shtml -

Cientistas britânicos dizem ter encontrado vida extraterrestre
Universidade de Sheffield
Cientistas da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, anunciaram ter provas de vida alienígena que veio parar na Terra, após um experimento em agosto passado. A descoberta foi publicada no periódico “Journal of Cosmology” nesta quinta-feira (19.set.2013).
Universidade de Sheffield
O grupo de biólogos moleculares diz ter encontrado os pequenos organismos depois que soltaram um balão na estratosfera terrestre durante a chuva de meteoros Perseidas. O balão carregava tubos microscópios que só foram expostos quando chegaram a uma altitude entre 22 quilômetros e 27 quilômetros, evitando contaminação durante a coleta do “material espacial”.
Universidade de Sheffield
Segundo o professor Milton Wainwright, que liderou a pesquisa, o equipamento trouxe “um fragmento de diatomácea e algumas entidades biológicas incomuns da estratosfera, todas muito ‘grandes’ para serem da Terra”.
Wainwright afirma que o próximo passo é confirmar os resultados em um novo teste com balões em outubro, durante a chuva de meteoros associada à passagem do cometa Haley.














