Tag: Coreia do Sul
-

Jovem em balsa que afundou na Coreia do Sul enviou mensagem de despedida à mãe
Registros do desespero de passageiros da balsa que naufragou na Coreia do Sul, na terça-feira (15.abr.2014), começaram a surgir na forma de mensagens de textos de celular (SMS). Em uma das mensagens, uma passageira diz: “Mamãe, isso pode ser minha última chance de te dizer que eu te amo”. Outro aluno escreveu: “Pai, não consigo sair da balsa que está muito inclinada, e não vejo ninguém no corredor. Parece que vamos morrer”.O número de mortos no naufrágio da balsa Sewol subiu para 25, de acordo com informações da emissora de TV sul-coreana YTN, nesta quinta-feira (17).
Foto: AP Photo/Yonhap
Das 475 pessoas a bordo, 325 eram estudantes de uma escola de ensino médio em Ansan (cerca de 35 km de Seul) e viajavam em uma excursão para a Ilha de Jeju, um destino turístico ao sul do país. A balsa saindo de Incheon (30 km da capital) deveria ter chegado à ilha 14 horas depois, mas naufragou antes de completar a viagem. -

Mercado de peixes na Coreia do Sul serve polvo vivo como iguaria
Depoimento da minha amiga jornalista Kívia Costa ao degustar um polvo vivo na Coreia do Sul:
“Se você estiver planejando ir à Coreia do Sul, nunca, jamais, em hipótese alguma deixe de visitar Busan, o Rio de Janeiro deles (há paisagens que parecem cópias!). Se estiver em Busan, nem pense em deixar de visitar o mercado de peixes, o maior do país. Bem ao lado do mar, ergue-se um edifício branco, vendendo peixes e frutos do mar vivos nos primeiros andares e comida ‘normal” nos outros. Se tiver estômago, saboreie um polvo no estilo semi-vivo (US$ 5). Os vendedores cortam a cabeça do bicho, fatiam os tentáculos em pedacinhos e servem em um singelo copinho de papel, como se fosse um monte de pipoca. Não é muito diferente de comer um monte de borracha com sal e dificilmente vai ser a melhor comida da sua vida. Mas ver a comida literalmente subindo pelas paredes e se enrolando nos pauzinhos não tem preço.
Se você não for muito adepto de aventuras gastronômicas, dê uma voltinha pelas ruas ao redor do mercado, onde centenas de barraquinhas se espalham vendendo desde lesmas carbonizadas em palitinhos (US$ 10) a arraias e mega-caranguejos vivos, mantidos em montes de serragem.
Agora, se você não estiver nem pensando em ir para a Coreia, comece a pensar. Meu voo de San Francisco para Seul custou apenas US$ 400 e brasileiros não precisam de visto.”



