O motorista de ônibus Yasuo Takamatsu, de 57 anos, começou a fazer aulas de mergulho em novembro de 2012 para encontrar o corpo de sua mulher, desaparecida após o tsunami de março de 2011, que matou mais de 15 mil pessoas no Japão.
Em uma mensagem de texto enviada meia hora após o grande terremoto submarino abalar o país e desencadear um tsunami, a esposa Yuko escreveu: “Eu quero voltar pra casa”.
AFP
Semanas depois, o celular foi encontrado e enviado a Takamatsu, que leu uma mensagem que ela não conseguiu enviar. “Enorme tsunami”, digitou Yuko no banco em que trabalhava, localizado em Onagawa, na província de Miyagi.
2636 pessoas continuam desaparecidas.
Toru Yamanaka/AFP
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