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Fábrica troca homens por mulheres e dobra produtividade
Cristiano Borges/UOL
A fábrica de equipamentos industriais Dimensão Máquinas, em Trindade (GO), aumentou a produtividade após contratar força de trabalho feminina para atuar na linha de produção.
O empresário Francisco Luciano Alves de Jesus, de 37 anos, diz que, enquanto três homens demoravam 45 dias para produzir um equipamento, o mesmo número de mulheres fazia o serviço em metade do tempo.
Cristiano Borges/UOL
A mudança começou quando o empresário precisou do apoio da secretária na produção para dar conta dos pedidos. Como ela gostou, Jesus resolveu contratar mais mulheres. Em um ano, os homens pediram demissão.
Jesus diz que as mulheres trabalham melhor em equipe. A empresa conta com 11 funcionárias e quatro estagiárias. As funções são de soldadora, eletricista, montadora, torneira mecânica e pintora.
Cristiano Borges/UOL
Quando uma meta é atingida, a funcionária ganha um “vale-salão” no valor de R$ 50 ou R$ 100 por mês para comprar o que quiserem. Mas a maioria utiliza o bônus no salão de beleza. O empresário também oferece estojos com batom, rímel e cremes para as operárias retocarem a maquiagem durante o expediente.
Cristiano Borges/UOLFonte: UOL/Afonso Ferreira
http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2013/12/03/fabrica-troca-homens-por-mulheres-cria-vale-salao-e-dobra-produtividade.htm -

Executiva é demitida por postar piada racista no Twitter
A diretora de comunicação da InterActive Corp (IAC) –proprietária de sites como match.com e Vimeo–, Justine Sacco, foi demitida neste fim de semana, depois de ter feito piada no Twitter com as vítimas da Aids na África.
“Indo para a África. Espero não contrair Aids. Brincadeira. Sou branca!”, publicou Justine na última sexta-feira (20.dez.2013), antes de embarcar para a África do Sul.
Ao desembarcar, Justine apagou a mensagem e sua conta no Twitter, mas o estrago já estava feito.“O comentário ofensivo não reflete a visão, nem os valores, da IAC”, assinalou a empresa. “Tratamos este assunto com muita seriedade, e tomamos medidas junto à funcionária envolvida. Não há justificativa para o comentário publicado, que condenamos com firmeza.”
Justine desculpou-se, em um comunicado citado pela ABC News: “Palavras não podem expressar o quanto me arrependo e o quanto é necessário para mim pedir desculpas ao povo sul-africano, que ofendi com uma mensagem desnecessária e insensível.” A executiva lembrou que nasceu na África do Sul.
“Por ser insensível a essa crise – que não discrimina por raça, gênero ou orientação sexual, e sim nos aterroriza de forma uniforme -, e por milhões de pessoas que vivem com o vírus, sinto vergonha”, concluiu.








