quarta-feira, 20 setembro, 2017 - 18:53
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4 dicas da neurociência para acelerar o aprendizado de idiomas [Patrocinado]

4 dicas da neurociência para acelerar o aprendizado de idiomas [Patrocinado]

4 dicas da neurociência para acelerar o aprendizado de idiomas

Aprenda línguas muito mais rápido seguindo essas 4 dicas especiais.

Você é daquelas pessoas que diz que têm inglês avançado, mas na hora do vamos ver seu nível não passa do nível intermediário? Se você tem esse problema, saiba que não está sozinho. A grande maioria dos estudantes de idiomas sofre uma desaceleração no aprendizado de línguas depois que chega num patamar que já consegue travar uma comunicação ou passar por situações cotidianas sem ter problemas com o desenrolar da língua. Esse fenômeno é bastante conhecido no Brasil e esse ponto de estagnação pode ter a ver com questões emocionais. Em geral, somos sensíveis a críticas e, se o aluno já passou por alguma situação em que se viu despreparado ou foi corrigido de forma severa, isso acaba deixando marcas em sua relação com o idioma. Esse é um exemplo do que está por trás da estagnação e isso não tem nada a ver com graus de inteligência.

Hoje, com os avanços da tecnologia, estudantes podem aprender idiomas de várias formas, a partir da internet – aplicativos, sites, plataformas e multimídia. É possível ter aula de espanhol online (Preply), por exemplo, sem precisar sair de casa, já que existe a possibilidade de aprender tudo através do computador ou de seu smartphone. Ou seja, existem várias possibilidades, mas por que mesmo assim tem gente que passa anos estudando uma língua e não consegue atingir a fluência?

Separamos abaixo algumas razões para esse fenômeno.

1. Existe quem tenha facilidade com idiomas?

Sim, e é o que chamamos de talento para línguas. A velocidade com que cada um de nós aprende ou domina um idioma está atrelada a vários fatores. Um deles é a chamada disposição psicológica para aprender, que pode ser tanto de medo ao erro ou vergonha, como de uma postura mais produtiva e aberta ao erro, sem a obrigação de precisar atingir a perfeição em pouco espaço de tempo. Em geral, quem tem facilidade com idiomas é mais curioso, interessado e não vê o aprendizado ou desenvolvimento da habilidade como desafio, mas como algo a ser conquistado.

2. Crie o hábito de pensar na língua

É extremamente importante deixar o hábito de tradução automática de lado e começar a vivenciar a língua da forma mais natural possível, ou seja, pensando nela. Quando você faz isso vai se tornando cada vez mais familiarizado com as estruturas verbal e gramatical da língua, o que irá ajudá-lo a atingir a fluência com muito mais propriedade. Quando você, por outro lado, se condiciona a pensar no idioma e se aprofunda na cultura do país, é impossível não sofrer influência dos padrões da cultura e dos costumes. Por outro lado, se o estudante tem a intenção de traduzir o conteúdo em sua mente toda vez que quer falar algo, isso cria um automatismo e a fala se torna mais robotizada, além do indivíduo não adquirir o feeling dos significados.

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3. Estudar não é o suficiente

Não. Inúmeros poliglotas batem na mesma tecla: é preciso criar afinidade e fazer uma imersão na cultura do idioma estudado. Para conseguir assimilar as palavras é preciso entender seus reais significados, isto é, seus significados culturais ou mais profundos. Daí a importância de se mergulhar na cultura paralelamente, enquanto se aprende o contexto linguístico. Isso não quer dizer que você precisa morar fora, mas, sim, buscar por recursos que sirvam como substituto.

4. Nunca é hora de parar

Muitos estudantes acreditam que chegarão em um ponto onde não precisarão mais abrir o livro e estudar gramática ou vocabulário. Esse pensamento é errôneo. É só pegar quem lê muitos livros na língua portuguesa e ver como sua forma de utilizar o idioma é mais rica, versátil e concreta em comparação com aqueles que não têm o hábito da leitura. Quando se trata de um outro idioma, isso ganha proporções maiores. A verdade é que a hora de parar com os estudos nunca vai chegar. Se você realmente quer aprender uma língua, é preciso inserir a língua em seu contexto diário e acostumar-se com a necessidade do idioma. Quem acha que está bom e para de estudar acaba criando bloqueios e isso deixa o processo de aprendizagem muito mais limitado.

Sobre Luciano Abe

Jornalista, fotógrafo, videorrepórter, documentarista, cineasta, mestrando e blogueiro com diplomas e certificados de cursos e especializações nessas áreas pela PUC-SP, Academia Internacional de Cinema (AIC) e Senac-SP. Foi professor no Senac-SP e na editoria de treinamento da Folha de S.Paulo. Jornalista profissional diplomado (Mtb: 0068126/SP)