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Peixe ‘estranho’ aparece em praia de Santos
Foto: Rubens Carvalho / VC no G1
Um peixe ‘estranho’ foi encontrado nesta segunda-feira (21.out.2013) em uma praia de Santos, no litoral de São Paulo. O espécime, identificado como um peixe-morcego, foi fotografado por um banhista na praia do bairro Aparecida.
O peixe-morcego é um predador noturno, não possui importância econômica e pode chegar a 30,5 centímetros de comprimento. A espécie é encontrada do norte do Brasil até a foz do Rio da Prata, na Argentina. -

Mercado de peixes na Coreia do Sul serve polvo vivo como iguaria
Depoimento da minha amiga jornalista Kívia Costa ao degustar um polvo vivo na Coreia do Sul:
“Se você estiver planejando ir à Coreia do Sul, nunca, jamais, em hipótese alguma deixe de visitar Busan, o Rio de Janeiro deles (há paisagens que parecem cópias!). Se estiver em Busan, nem pense em deixar de visitar o mercado de peixes, o maior do país. Bem ao lado do mar, ergue-se um edifício branco, vendendo peixes e frutos do mar vivos nos primeiros andares e comida ‘normal” nos outros. Se tiver estômago, saboreie um polvo no estilo semi-vivo (US$ 5). Os vendedores cortam a cabeça do bicho, fatiam os tentáculos em pedacinhos e servem em um singelo copinho de papel, como se fosse um monte de pipoca. Não é muito diferente de comer um monte de borracha com sal e dificilmente vai ser a melhor comida da sua vida. Mas ver a comida literalmente subindo pelas paredes e se enrolando nos pauzinhos não tem preço.
Se você não for muito adepto de aventuras gastronômicas, dê uma voltinha pelas ruas ao redor do mercado, onde centenas de barraquinhas se espalham vendendo desde lesmas carbonizadas em palitinhos (US$ 10) a arraias e mega-caranguejos vivos, mantidos em montes de serragem.
Agora, se você não estiver nem pensando em ir para a Coreia, comece a pensar. Meu voo de San Francisco para Seul custou apenas US$ 400 e brasileiros não precisam de visto.” -

Homem cria colete para salvar vida de peixe de estimação
Um peixe incapaz de nadar ganhou do seu dono um colete salva-vidas para sobreviver no aquário em que vive. O peixinho chamado Einstein desenvolveu uma doença que o deixava de cabeça para baixo ao nadar. Diante da situação de risco, Leighton Naylor desenvolveu um colete especial de tubos reciclados para seu peixe de estimação. É também por um tubo que Einstein se alimenta, pois não consegue atingir a superfície para pegar a ração. Sugestão de Nanda Costa. -

Peixe feroz preocupa Nova York
O peixe asiático cabeça-de-cobra está preocupando os biólogos do Central Park, em Nova York, por ser um predador perigoso que consegue comer pequenos animais, como sapos e tartarugas do lago artificial do parque.
Ed Wray/AP
O cabeça-de-cobra tem dentes afiados, consegue respirar fora d”água por alguns dias e até “anda” em terra firme.
Veja um vídeo sobre o caso no link abaixo:








