

O jornalista Ricardo Boechat, âncora da BandNews FM, considera a ministra da Cultura, Marta Suplicy, uma “peruaça” por ter liberado verba de R$ 2,8 milhões para a realização de desfiles do estilista Pedro Lourenço em março e outubro do ano que vem em Paris. Segundo a ministra, o benefício é uma vitrine para a indústria têxtil nacional.
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Leia a transcrição do comentário de Boechat:
“Ministra, a senhora é uma perua. Mas perua com todo aquele clichê que as peruas carregam e têm, merecidamente. A sua atitude é típica de uma peruaça da elite de São Paulo. Eu não consigo entender como que a senhora tem a desfaçatez, o cinismo de dizer o que acabou de dizer. E até acho engraçado que se lhe dê tempo e espaço para isso. A senhora pegar dinheiro público para botar em um desfile de moda em Paris, ministra. A senhora pertence a um governo que se diz popular, a um partido que se diz dos trabalhadores. Eu não sei onde a senhora está com a cabeça. Talvez seja champanhe demais, viagem demais, restaurante chique demais. Então, o seguinte ministra: tenha, pelo menos, um pouco de compostura quando lidar com o dinheiro dos outros. O seu a senhora torre do jeito que quiser. A senhora sempre foi uma mulher bem sucedida de uma família rica. Mas é o seguinte: o dos outros, ministra? O dos outros… a senhora se dê ao respeito, por favor. Se um conselho, que existe para isso, disse que não era para gastar dinheiro público com isso, com que autoridade moral a senhora faz um troço desses? R$ 2,8 milhões para um desfile de moda em Paris! Quantos outros projetos esse conselho rejeitou e a senhora revogou essa rejeição em nome de alguma coisa de interesse público? Quantos? Mostre que outro projeto rejeitado pelo conselho, e devem ter sido muitos e mais baratos, que a senhora disse que ‘o conselho errou porque não captou’. Vai captar lá longe!, diz Boechat.”
Em relação ao ministério da Cultura também aprovar incentivo fiscal de R$ 2,5 milhões ao estilista Alexandre Herchcovitch para desfiles em São Paulo e Nova York, e de R$ 2 milhões para o mineiro Ronaldo Fraga mostrar as peças dele na São Paulo Fashion Week, Boechat comentou:
“Que coisa… Se você dissesse ‘um coletivo de criadores de moda’, são cooperativas de costureiras, é uma moda regional… Tudo bem. Eu não estou entendendo. Tem alguma coisa ficando doida porque é o seguinte: tendo sucesso, vão vender roupas populares? Vai comprar um vestido do Herchcovitch aqui na esquina! Vai comprar! Negócio de desfile em Paris, ministra! Dinheiro público! Nunca vi isso. Vou te contar uma coisa: os caras piraram. E mais: vou falar diretamente agora para os estilistas, numa boa. Vocês deram uma de João Sem Braço. Pedir dinheiro público para as paradas de vocês, me desculpem. Vocês deviam ter vergonha na cara.”
Clique no link abaixo e ouça os comentários de Boechat:
http://noticias.band.uol.com.br/brasil/noticia/Default.asp?id=100000625105&t=boechat-marta-suplicy-e-uma-peruaca.html&fb_comment_id=fbc_200757290085783_558213_200779913416854#f2a6bea238

O primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, se disfarçou de motorista de táxi no centro de Oslo para ouvir o que os eleitores têm a dizer sobre o governo. Segundo o premiê, que não dirigia há oito anos, o táxi é um excelente lugar “onde as pessoas realmente falam o que pensam”. Stoltenberg só revelou sua identidade depois de ser reconhecido e nenhum passageiro precisou pagar a corrida.
De acordo com a assessoria do premiê, cinco dos 14 passageiros receberam 500 coroas norueguesas (R$ 195) cada um para entrar no táxi, mas que não sabiam que iriam encontrar o primeiro-ministro. Segundo o partido de Stoltenberg, a ação foi necessária para garantir uma participação mínima para as filmagens.
Feita em parceria com uma agência de publicidade, a “pegadinha” faz parte de uma peça publicitária que será usada como parte de sua campanha para a reeleição, em setembro.

Eleito em 2008 para governar Londres, o prefeito Boris Johnson costuma se deslocar para o trabalho de metrô ou de bicicleta. Ele e os vereadores da capital britânica recebem um vale-transporte anual válido para ônibus, trens e metrô. Boris até virou garoto-propaganda do programa de aluguel de bicicletas nas ruas da cidade.

Ángela Bachiller, de 29 anos, tornou-se a primeira vereadora com síndrome de Down da história da Espanha. No dia 29.jul.2013, ela assumiu uma das 17 cadeiras da Câmara da cidade de Valladolid, no norte do país, deixando seu posto de auxiliar administrativa da secretaria de Bem-Estar Social.
Bachiller assumiu o cargo após a saída de Jesús García Galván, que deixou sua cadeira após um escândalo de corrupção. A nova vereadora é conhecida por sua contribuição na luta pelos direitos das pessoas com deficiência.

Segundo o jornal ‘Izvestia’, o Serviço de Proteção Federal da Rússia comprou 20 máquinas de escrever para proteger dados e informações sigilosas do vazamento pelo meio digital. A decisão ocorreu depois da revelação da amplitude dos programas de espionagem eletrônica da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) feitas pelo ex-agente norte-americano Edward Snowden. Os vazamentos de informação realizados pelo WikiLeaks nos últimos anos também foram levados em consideração.
http://canaltech.com.br/noticia/espionagem/Russia-volta-a-usar-maquinas-de-escrever-para-evitar-espionagem-afirma-jornal/

O ex-presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush, de 89 anos, raspou a cabeça em solidariedade ao filho de um agente do serviço secreto que trabalha em sua segurança. A criança de dois anos, identificada apenas como Patrick, luta contra a leucemia e perdeu o cabelo durante o tratamento.
Bush, que foi presidente de 1989 a 1993, seguiu o exemplo dos outros agentes que também cortaram o cabelo. Bush e sua esposa, Barbara, perderam uma filha há quase 60 anos, vítima de leucemia aos quatro anos de idade.
AP/Office of George Bush


A escassez de trigo fez o preço do pão na Argentina aumentar mais de 700% nos últimos sete anos, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec). Em 2006, o quilo do pão custava 2,5 pesos (US$ 0,80 no câmbio da época). Hoje custa 18 pesos (US$ 3,4).
Para contornar a situação, o governo Cristina Kirchner suspendeu a exportação de farinha argentina e usará o estoque nacional. Em entrevista à BBC, representantes do setor disseram que a escassez é fruto das políticas de intervenção do próprio governo. A escassez deixou o trigo mais caro do que a soja.